quinta-feira, maio 29, 2008

lembranças são para isso... me deixar feliz!


Monalisa

Jorge Vercilo

Monalisa

É incrível
Nada desvia o destino
Hoje tudo faz sentido
E ainda há tanto a aprender
E a vida tão generosa comigo
Veio de amigo a amigo
Me apresentar a você

Paralisa com seu olhar
Monalisa
Seu quase rir ilumina
Tudo ao redor minha vida
Ai de mim, me conduza
Junto a você ou me usa
Pro seu prazer, me fascina
Deusa com ar de menina

Não se prenda
A sentimentos antigos
Tudo que se foi vivido
Me preparou pra você
Não se ofenda
Com meus amores de antes
Todos tornaram-se ponte
Pra que eu chegasse a você

Paralisa com seu olhar
Monalisa
Seu quase rir ilumina
Tudo ao redor, minha vida
Ai de mim, me conduza
Junto a você ou me usa
Pro seu prazer, me fascina
Deusa com ar de menina

sábado, maio 24, 2008

Intensidades...


Vivo as coisas de forma intensa.
Tem um monte de gente dizendo sempre: tome cuidado, vá com calma...
Sinceramente, prefiro a água quente à morna. Que me queime, não importa.
Hoje, apesar da solidão, consigo ver que há algo bom na vida. Carinhos, amizades, alegrias, beijos e abraços. Existe a conversa, alguém pode me entender, posso sentir isso...
Não nego que ainda te quero... Esse, senhor dos meus sonhos... Alguém que está difícil de encontrar...
Quero a liberdade de poder amar sem amarras, de poder cantar as canções mais lindas, de poder girar no ar de felicidade por estar ao lado...
Preciso me segurar tanto assim quanto me pedem?
Será que neste mundo não existe mais quem se entregue?
Eu confio que existe! E só posso esperar, mantendo-me tranquila, no meu lugar.


Achei por aí... "O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem"

quinta-feira, maio 22, 2008

Ritmo da vida

"Há um tempo para todas as coisas sob os céus, um tempo para construir e um tempo para derrubar, um tempo para chorar e um tempo para rir, um tempo para encontrar e um tempo para perder, um tempo para calar e um tempo para falar ..." (Eclesiastes).

domingo, maio 18, 2008

A vida podia ser mais livre daquilo que nos é negativo.

cansada de conjugar os verbos passado... cansada dos medos e vícios... cansada das desentregas...

Música

Composição: Liminha / Vanessa da Mata

Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas

Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música

Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música

Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Está no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou

Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música


"quando bate uma tristeza, uma pena, lembro não só do que estou vivendo, mas de tudo o que já vivi.. tantos momentos bons, tantas coisas belas... se findam, se esvaem..." eu

quarta-feira, maio 14, 2008

Djavan me encantando...

Adorava Me Ver Como Seu

Djavan

Será que alguém
Saberá dizer
Vendo de fora
Como é viver
Longe da mulher
Que a gente adora
Não há festa que chegue
Pra tristeza ceder lugar
Não sei se alguém
Pode mensurar
O que perdi
De tanto sonho
Que cultivei
E não vivi
Adorava me ver como seu
Sempre adorei mas não deu
Das vezes que contei
Com uma virada
Nada tenho a dizer
Só cabeçada
Cansei
Time empatou
Com o Madureira
Deus, o que foi que eu fiz?
Nasci
Pra ser o amor
E ela mela o jogo
Me teve
E não me quis.

sexta-feira, maio 09, 2008

só...

preciso a aprender a ter calma!

As coisas estão bem resolvidas... pelo menos aparentemente, pra mim. Porém falta-me paciência. Com o mundo, com as coisas mal resolvidas dos outros. Eu sei do que eu preciso...
Às seis da tarde te espero, cantando...
Às três eu contemplo o Sol, com vento frio...
Às oito da noite você ainda pensa, e eu te espero, sem medo...
Às dez da noite, comendo pizza com meus amigos, decido... Decido estar aberta para o que vier...
Vontade de chorar? Só se for pelo cansaço deste corpo. Não por você. Nada de triste até agora...
Só a impaciência da minha espera.